Para onde vai o dinheiro arrecadado com o IPVA?

O pagamento do IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) é obrigatório e incide anualmente  – obviamente, só precisa ser pago por quem possui algum tipo de veículo terrestre. O calendário, o valor do imposto e as condições para ter isenção, variam de estado para estado. Porém, o destino do dinheiro arrecadado é mesmo no Brasil inteiro.

Essa taxa obrigatória é revertida em melhorias e na manutenção das ruas e rodovias, mas não só isso. Os valores da alíquota de IPVA, variam de 0,5% a 4% sobre o valor venal do veículo, que é determinado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). De um modo geral, os estados com maior frota de veículos cobram uma porcentagem maior do imposto, como é o caso do estado de São Paulo, que concentra cerca de 30% de toda a frota brasileira.

No estado, qualquer veículo com menos de 20 anos de fabricação paga a taxa mais cara do país – ao lado do Rio de Janeiro e Minas Gerais – com 4%. Se o carro foi fabricado há mais de duas décadas, está isento do imposto. Somente no ano passado, o estado de São Paulo arrecadou R$ 11,13 bilhões durante o calendário de pagamento do IPVA que vai de janeiro a março, proveniente de 11,5 milhões de proprietários. Neste ano, por conta do coronavírus, algumas alterações foram feitas com prazos mais flexíveis e até prorrogação no pagamento. As condições devem ser consultadas na Secretaria da Fazenda de cada estado.

A matéria completa feita por André Schaun você encontra no site da Revista Autoesporte.
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